Angra dos Reis tem mais de 365 ilhas e uma baía que parece pintada à mão. O que faz um endereço ali virar um lar não é só a vista, é a casa em si. Reunimos as três propriedades que temos hoje em Angra, cada uma com uma personalidade própria: uma assinada por dois dos arquitetos mais celebrados do Brasil, uma com praia só sua, e uma dentro de um condomínio pensado para viver como se estivesse sempre em férias.
Verolme: arquitetura de colecionador
Poucas casas no Brasil reúnem duas assinaturas como a da Verolme: projetada por Jacobsen e Cláudio Bernardes, a residência de 1.000 m² em terreno de 3.000 m² é um manifesto de integração entre natureza e sofisticação, com vidro, madeira, travertino e aço corten distribuídos em três pavimentos que se abrem para a mata atlântica de um lado e para o mar de Angra do outro. São 9 suítes, piscina de borda infinita, adega, cinema privativo e até heliponto privativo, com deck para lanchas de até 100 pés, pensada para quem chega pelo ar ou pelo mar. É uma peça de colecionador, e o valor está sob consulta.
Mombaça: a casa que é praia
Há endereços que se descrevem, e há os que se vivem. A Mombaça é do segundo tipo. Frente-mar, com praia exclusiva e píer privativo, a casa tem 8 suítes com vista privilegiada, sala com piso de vidro, lareira e um jardim com laguinho e balanço. É também um dos dois imóveis desta lista pensado para gerar renda: está disponível tanto para venda (R$ 22.000.000) quanto para temporada (R$ 18.000 a diária), com pool de locação e gestão profissional para quem quer que a casa trabalhe quando a família não está por lá.
Bracuí: adega para quase 400 garrafas
Dentro do exclusivo Condomínio Reserva das Aroeiras, a Bracuí tem 35 metros de frente para o mar e mais de 1.300 m² de construção. São 7 suítes de luxo (duas máster com jacuzzi de frente para o mar) e uma vida social pensada em grande escala: sala de estar para mais de 10 pessoas, sala de jantar para 12 e duas adegas que juntas guardam quase 400 garrafas. Como a Mombaça, também está disponível para venda (R$ 55.000.000) ou temporada (R$ 20.000 a diária).
Qual das três combina com você?
As três têm em comum o que faz Angra ser Angra: o mar como extensão da casa. Mas cada uma pede um jeito diferente de morar. A Verolme é para quem coleciona arquitetura, a Mombaça e a Bracuí para quem quer aproveitar (ou fazer render) uma casa na baía. Quer conhecer alguma de perto? Fale com a gente e agende sua visita.
